13 de jun de 2011

Sem medo de mudar

Jose Roberto Vaicenkovas/divulgação
Zé Geraldo
Quem vai a um show de Bob Dylan hoje não assiste ao Dylan dos discos. “Fui três vezes e só conseguia saber a música que ele estava cantando quando passava da metade”, conta Zé Geraldo.
Bob Dylan se posiciona de lado para a plateia, conversa pouquíssimo – ou quase nada – com o público. 
A atitude rock’n roll de quando empunhou a guitarra elétrica enquanto todos esperavam dele o papel de um pastor folk defendendo as raízes da música norte-americana não precisa mais ser mostrada.
Por vezes, canta com um chapéu imenso, uma calça larguíssima e emenda uma canção na outra como se as músicas fossem algo único, um bloco compacto e denso. De fato elas formam isso mesmo.


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